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Mercado· 17 de agosto de 2026

Tráfego aéreo cai 2,3% na América Latina e Caribe em junho, diz Alta

Primeira queda mensal da região desde 2021 atingiu Brasil, México e Colômbia, mas fontes não detalham causas nem números por país.

Tráfego aéreo cai 2,3% na América Latina e Caribe em junho, diz Alta

O tráfego aéreo de passageiros de, para e dentro da América Latina e do Caribe somou 37,3 milhões de pessoas em junho, uma queda de 2,3% na comparação com o mesmo mês de 2025, o equivalente a 893 mil passageiros a menos. Os números são da Alta.

Foi a primeira contração mensal na comparação anual registrada pela região desde 2021. Isso significa que, mês a mês, a comparação com o ano anterior vinha sendo positiva desde então, até a virada verificada agora, em junho. Os três segmentos de tráfego acompanhados pela Alta encerraram o período em terreno negativo, e Brasil, México e Colômbia registraram quedas no mesmo mês.

A reportagem não detalha quais fatores explicam a retração de junho nem apresenta os números discriminados por país. Por isso, não é possível afirmar, com base nesses dados, se algum desses três mercados pesou mais do que os outros no resultado da região.

Apesar do resultado mensal negativo, o primeiro semestre fechou em alta: foram 242,8 milhões de passageiros transportados na região entre janeiro e junho, 3,4% a mais do que no mesmo período de 2025. O acumulado de seis meses inclui o próprio mês de junho, que fechou no negativo.

O que o dado sinaliza

A queda de junho chama atenção por ser a primeira contração mensal da região na comparação anual desde 2021, um contraste com o saldo positivo acumulado no semestre.

Como a reportagem não separa os números por país, não dá para saber se o Brasil teve queda proporcionalmente maior ou menor do que México e Colômbia, nem se o resultado brasileiro reflete o mesmo movimento observado na região como um todo.

Os próximos dados divulgados pela Alta devem indicar se a retração de junho foi um evento isolado. Por ora, o saldo positivo do semestre, com alta de 3,4% no acumulado, ainda não permite dizer se a demanda no Brasil está desacelerando de forma consistente.

Fontes: PANROTAS